sexta-feira, 26 de agosto de 2011

COMIDA JAPONESA E SAÚDE

 
 
 
 
 



Os japoneses são considerados a civilização com maior expectativa de vida. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida do povo japonês é de 79 anos para os homens e de 86 anos para as mulheres Uma das causas da longevidade dos japoneses está nos seus hábitos alimentares. A culinária japonesa é cheia de cores e texturas. Os métodos de preparação dos alimentos visam conservar o sabor natural dos peixes e frutos do mar, arroz, legumes, folhosos, derivados de soja e algas marinhas.
 
A combinação de vegetais, proteínas e carboidratos presentes na comida japonesa, garante o aporte equilibrado dos nutrientes em uma única refeição. O salmão e atum são ricos em ômega 3, uma gordura que previne o Alzheimer, depressão, acidentes vasculares cerebrais e infartos. Antes do consumo, é importante verificar a aparência dos peixes, que devem estar com a cor e odor suave, e com as fibras rígidas.
 
Além dos peixes, os vegetais como gengibre, broto de feijão, algas, shitake e shimeji são de baixas calorias e trazem inúmeros benefícios ao organismo. O Shitake, shimeji e broto de feijão são ricos em proteínas e capazes de estimular o sistema imunológico. Já o gengibre possui propriedades anti-inflamatórias e bactericidas. Sua ação desintoxicante favorece a gestão e alivia a constipação intestinal. As algas são ricas em vitaminas do complexo B e são importantes reguladores da serotonina, hormônio que confere a sensação de prazer e bem-estar.
 
Para montar o seu prato de japonês, sem exagerar na ingestão calórica, saiba que cinco fatias de sashimi equivalem a 1 porção de proteína, enquanto em uma unidade de sushi contêm o equivalente a 1 colher de sopa de arroz. Considerando que em uma alimentação balanceada a quantidade de arroz de uma refeição deve conter, em média, 5 colheres de sopa, não exagere na porção do sushi. Evite as peças fritas como hot filadélfia, pele de salmão e camarão empanado.
 
 
 
Exemplo prático:

Entrada: Shimeji com cebolinha (190 Kcal) ou Missoshiru (sopa de tofu)
Prato principal: 5 fatias de Sashimi (94 Kcal)
5 unidades de Sushi (222 Kcal)
Total: 500 Kcal (o equivalente a um almoço ou jantar)




BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - NUTRICIONISTA - CRN: 11645/P

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

ALIMENTOS QUE COMBATEM A ENXAQUECA

Confira os nutrientes que podem reduzir os sintomas da dor de cabeça .

São muitas as causas da enxaqueca, ou mesmo de uma simples dor de cabeça: falta de sono, estresse, variações de temperatura, hábitos alimentares... Ainda há, no caso das mulheres, aquela dor de cabeça típica do período pré-menstrual. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde, 15% da população do planeta sofre desse mal, o que inclui, aproximadamente, 25 milhões de brasileiros afetados pela doença.

Além de usar medicamentos e evitar as causas acima, um dos poderosos remédios contra a enxaqueca pode ser o mesmo hábito que a provoca - a alimentação. Você sabia que alguns nutrientes têm o poder de aliviar os sintomas e reduzir essa complicação? Veja quais são e por quê:


SELÊNIO CONTRA OS RADICAIS LIVRES:

Presente principalmente em salmão, ostras cruas, castanha do Pará, fígado de boi e farelo de trigo, o selênio é um mineral capaz de retirar os metais tóxicos do corpo. Esses metais tóxicos, quando se depositam em nosso organismo, não só contribuem para o aumento dos radicais livres como podem causar sintomas de enxaqueca, além de elevar o risco de doenças neurológicas, como Alzheimer e Parkinson.

MAGNÉSIO PARA RELAXAR:

O papel do magnésio no combate às dores de cabeça e enxaquecas foi demonstrado em uma série de estudos. A  concentração de magnésio em nosso corpo afeta os receptores de serotonina - substância responsável por regular a percepção a dor e disposição - bem como outros receptores e neurotransmissores relacionados à enxaqueca.

"O magnésio também tem ação relaxante, o que pode amenizar a dor de cabeça quando a causa for por estresse, ansiedade e TPM", conta Roseli Rossi.

A recomendação diária é de 400mg para homens adultos e 350mg para mulheres adultas, o que equivale a, aproximadamente, três conchas cheias de feijão preto ou 300g de espinafre, por exemplo. Além desses dois alimentos, as principais fontes de magnésio são castanhas de caju, amêndoas, semente de abóbora, pistache, alcachofra, espinafre e chocolate meio amargo.


APROVEITE A AÇÃO ANTI-INFLAMATÓRIA DO ÔMEGA 3:

O consumo em excesso de alimentos inflamatórios, como carboidratos refinados, gorduras e embutidos, provoca a produção de substâncias pró-inflamatórias, que causam a dilatação dos vasos e, consequentemente, a dor de cabeça. Nesse caso, o ômega3 é o melhor remédio. Ele tem ação anti-inflamatória, combatendo essas substâncias causadoras de enxaqueca.

Entre as fontes de ômega3 estão salmão, sardinha, arenque, atum e semente de linhaça. A recomendação diária para adultos é de 1 a 2g, o equivalente a comer 100g de salmão.


MODERE OS CARBOIDRATOS:
 

Os carboidratos são a principal fonte de energia do nosso corpo. Tanto a falta quanto o excesso desse nutriente podem ser um gatilho para disfunções metabólicas, tendo como um dos sintomas a dor de cabeça. Por isso, nada de cortar os carboidratos da dieta - mas, sim, maneirar na ingestão.

As principais fontes de carboidratos são pães, arroz e massas, de preferência todos integrais, que fornecem mais fibras.



COMA DE TRÊS EM TRÊS HORAS:
 

Pois,  comer de três em três horas é importante para manter os níveis glicêmicos do organismo. Quando ficamos sem comer por muito tempo, sofremos uma hipoglicemia - baixa dos níveis glicêmicos - que pode causar dor de cabeça e pressão baixa.


INVISTA NOS ANTIOXIDANTES:

As substâncias antioxidantes têm o poder de fazer a varredura do excesso de radicais livres e outras substâncias tóxicas em nosso organismo. Essa ação contribui para o equilíbrio metabólico e o melhor funcionamento da circulação, além de ser anti-inflamatória.

Essas propriedades funcionais podem amenizar o sintoma de dor, interferindo indiretamente, portanto, na incidência de enxaquecas.

Os antioxidantes estão presentes em diversas vitaminas, por isso o ideal é incluir muitas frutas, legumes e verduras no cardápio. Cenoura, mamão, abobrinha, vegetais e frutas alaranjadas, germe de trigo, óleos vegetais, vegetais de folhas verdes, oleaginosas e frutas vermelhas são ótimas fontes.


BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - NUTRICIONISTA - CRN: 11645/P

 

 
 
 

terça-feira, 23 de agosto de 2011

BENEFÍCIOS DO ÓLEO DE COCO








O óleo de coco é obtido a partir da prensagem da carne do coco maduro, que pode ser fresco ou seco.

Rico em ácido fenólico - substância antioxidante -, ácidos láurico e caprílico, apresenta propriedades funcionais, conferindo diversos benefícios à saúde.

Fonte de triglicerídeos de cadeia média (TCM) - um tipo especial de gordura saturada, sem colesterol, que é rapidamente absorvida e transformada em energia no fígado, não se acumulando como gordura -, o óleo de coco pode auxiliar no emagrecimento devido ao seu efeito termogênico, que aumenta o gasto energético do organismo, além de causar saciedade.

Auxilia na prevenção e tratamento de doenças cardiovasculares, reduzindo os níveis de colesterol total, triglicérides, LDL e VLDL colesterol e aumentando as taxas de HDL colesterol.

Rico nos ácidos láurico e caprílico, o óleo de coco possui atividade antiviral e antibacteriana, sendo demonstrado em diversos estudos suas ações em casos como candidíase e gastrite bacteriana (Helicobacter pylori). É, também, um potente imunomodulador.

Além de sua ingestão ser benéfica ao organismo, o óleo de coco também pode ser utilizado com finalidades cosméticas sem conter conservantes e/ou substâncias químicas alergênicas. Garante o aporte de antioxidantes na pele, atua como excelente hidratante, promove melhora da elasticidade cutânea, confere à pele uma aparência mais jovem e sadia e reduz danos capilares em diversos tipos de cabelos. Pode ser massageado diretamente sobre a pele, diariamente, principalmente para peles mais secas. Seu uso também é sugerido para prevenção de estrias que ocorrem por conta da gestação.

O óleo de coco é um alimento com baixo potencial alergênico e, de uma maneira geral, não possui contraindicações quando consumido em uma quantidade de 30-45ml/dia (2 a 3 colheres de sopa). Recomenda-se começar seu consumo com uma pequena quantidade (equivalente a ½ colher de sopa) e ir aumentando o consumo gradualmente. O consumo excessivo pode levar a enjôo e mal estar.

O óleo de coco é estável quando submetido a altas temperaturas. Porém, para a preservação de seus antioxidantes, recomenda-se que seja utilizado cru. Pode, ainda, ser consumido de colher, após as refeições.

Devido a sua estabilidade pode, também, ser utilizado para finalizar pratos quentes. Tipo ideal de óleo para dar sabor e aroma suaves a pratos como arroz e peixes.

Dica de uso: substitua a manteiga nas pipocas pelo óleo de coco.
Adicione em preparações frias como: saladas, sucos, shakes, misturado à granola, iogurte, salada de frutas etc.

Outra dica, é o consumo do óleo de coco em capsulas. Uma forma prática de incluir o óleo de coco em seus hábitos alimentares.

Mas é importante lembrar que um acompanhamento com um Nutricionista é essencial.


Fonte: Mundo Verde



BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - NUTRICIONISTA - CRN: 11645/P

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

E DEPOIS DA CORRIDA, MUSCULAÇÃO, O QUE COMER???

Saiba quais são os principais alimentos que devem ser ingeridos após os treinamentos, momento em que o corpo precisa repor as energias e recuperar a musculatura.



 


Muito se fala sobre o que deve ser ingerido antes da corrida, para garantir a energia necessária para o exercício, como os alimentos ricos em carboidratos, por exemplo. Mas e após os treinos, como deve ser a refeição do atleta? Devido esta dúvida frequente, montamos  algumas refeições ideais para depois da atividade física. Após o treinamento de corrida é essencial que o atleta consuma alimentos ricos em carboidratos simples, de alto índice glicêmico, para uma rápida absorção.

Os pães, especialmente o pão branco, as massas, como o talharim (mais moles) são ótimas para repor as reservas energéticas consumidas durante o treinamento. Assim, o corredor irá repor suas reservas de glicogênio – perdido durante a corrida, e melhorar o processo de recuperação. Outros alimentos, como uvas passas, banana, melancia, abacaxi, batata (purê), e arroz também fornecem energia ao organismo. Porém, deve-se ficar atento à quantidade, pois o corpo pode acumular esse carboidrato como gordura, o que é prejudicial ao desempenho.

Outro nutriente que não pode faltar na refeição pós-treino é a proteína, encontrada em alimentos como leite, frango, carnes magras e peixes. Esse consumo auxilia na reconstrução da musculatura e fibras rompidas durante o exercício e na recuperação para os próximos treinos. Entretanto, é ideal que essa fonte de proteína seja magra, pois a gordura dificulta a digestão e absorção dos nutrientes. Portanto, queijos brancos, leite desnatado, peito de frango, filé de peixe são as melhores pedidas. Se utilizar embutidos, os à base de carne de aves, como peru e chester, são mais indicados.

Para uma refeição, como um lanche da manhã ou da tarde, cereal integral com leite desnatado e castanhas do Pará (cerca de três unidades picadas) é uma combinação excelente. O cereal irá repor o carboidrato necessário e o leite fornece proteínas que, quando ingeridas junto com o carboidrato, promovem uma recuperação muscular mais efetiva. Já a castanha do Pará fornece vitaminas antioxidantes que melhoram a recuperação, além de ajudar a combater os radicais livres.


Para depois dos treinos longos

Quando o esforço e o desgaste físico são maiores, a alimentação depois da corrida não precisa mudar, é necessário apenas aumentar a quantidade de ingestão de carboidratos e proteínas. Por exemplo, aumentar o prato de macarrão talharim, com molho ao sugo, carne moída ou peito de frango e uma salada com legumes e verduras. De sobremesa, o ideal é uma fruta.

 Indicações para treinos matinais:  uma vitamina com iogurte, banana, mel e aveia, repõe os nutrientes perdidos durante o treino. Outra pedida é um sanduíche de pão sírio com queijo cottage, peito de peru, tomate e pepino. As duas refeições irão repor o carboidrato, o que vai recuperar o glicogênio muscular, proteína magra para fornecer os aminoácidos necessários para recuperação, e ainda com pouca quantidade de gordura saturada.

Após a musculação

Apesar do gasto calórico e o desgaste físico nos treinamentos de musculação ser menor, a musculatura também precisa de recuperação. Portanto, quanto melhor for a ingestão de nutrientes necessários, mais eficaz será o processo de reconstrução das fibras musculares. O único cuidado a ser tomado é em relação ao valor calórico – principalmente para aqueles que estão controlando o peso. Por isso, uma boa pedida são os pães e massas integrais.

Uma dica de cardápio da nutricionista Tarcila para depois dos treinamentos de musculação é uma refeição com carboidrato, como o arroz integral e um filé de salmão grelhado - fonte de proteínas com boas gorduras essenciais e ômega 3. E para completar a ingestão dos minerais necessários para uma boa recuperação, o atleta pode incrementar o prato com vegetais cozidos, preferencialmente, no vapor.


BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - NUTRICIONISTA - CRN: 11645/P

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

NUTRIÇÃO X SAÚDE DO HOMEM


 







Os homens, em geral, sempre tiveram menores cuidados com a saúde do que as mulheres. No entanto, com o maior acesso a informações, houve um aumento do interesse dos homens pela melhora da qualidade de vida e prevenção de doenças.

Alguns fatores merecem atenção especial na saúde do homem, entre eles estão:

- Doenças Cardiovasculares e Hipertensão Arterial
Estão entre as principais causas de internações que acometem os homens. A alimentação exerce papel fundamental na prevenção e tratamento dessas doenças, destacando-se nutrientes como o ômega 3, encontrado nos óleos de peixe e na semente de linhaça, que auxilia no controle da pressão arterial, redução do colesterol total e LDL colesterol (colesterol ruim), prevenção de aterosclerose.

Os antioxidantes também são nutrientes fundamentais, já que sua deficiência na alimentação leva ao enfraquecimento do músculo cardíaco. Por isso, a importância do consumo diário de frutas, verduras e legumes variados. Alimentos como suco de uva integral, suco de cranberry, açaí e abacate são excelentes fontes de antioxidantes, protetores da saúde do coração.

As “gorduras do bem”, encontradas nos óleos vegetais (azeite de oliva extravirgem, óleo de linhaça, de macadâmia) e nas oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas, avelãs) que são fontes de gorduras insaturadas, estão diretamente relacionadas à saúde do coração.

O óleo de alho relaxa os vasos, auxiliando no controle da pressão arterial.

- Sobrepeso/Obesidade
Fator de risco para diversas doenças, entre elas, as cardiovasculares e diabetes. Pesquisas mostram que o ganho de peso com a idade é maior entre os homens do que entre as mulheres. A adoção de bons hábitos alimentares e a prática regular de exercícios físicos são medidas que colaboram para a manutenção e perda de peso. Como coadjuvantes na perda de peso podem ser utilizados os chás verde e branco, cápsulas de fibras como quitosana, espirulina e agar agar e óleo de coco.

- Câncer de próstata
Estudos mostram relação inversa entre o consumo de fontes de licopeno e risco de câncer de próstata, pulmão e estômago. O licopeno é uma substância antioxidante responsável pela cor avermelhada do tomate, melancia, pimentão.

Dica da nutricionista: cozinhe o tomate para melhorar a absorção do licopeno. Após cozido, regue-o com azeite de oliva extravirgem e orégano e consuma com torradas ou inclua nas principais refeições. Uma sopa também é uma ótima escolha para o jantar. Outras excelentes opções são o molho e suco de tomate, além das cápsulas de licopeno.

A soja e seus derivados são fontes de isoflavonas que também atuam na prevenção contra o câncer de próstata.

O zinco é um mineral importante para a saúde da próstata. Suas principais fontes alimentares são ostras, grão de bico e demais leguminosas, semente de abóbora, cereais integrais, oleaginosas, semente de gergelim, tahine e chocolate amargo.

- Fertilidade
O consumo de alimentos com alto teor de antioxidantes e nutrientes como selênio, ácido fólico e zinco, é fundamental para a produção de esperma. Inclua na alimentação legumes, vegetais folhosos verde escuros e frutas, castanha do Brasil, leguminosas, semente de abóbora.

A prática regular de atividades físicas e o controle do estresse também são importantes para evitar a infertilidade.

Através dos cuidados com a alimentação, prática de exercícios físicos e hábitos de vida saudáveis, o homem pode viver com qualidade de vida e prevenir-se de diversas doenças.

Fonte: Mundo Verde


 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Alimentos antiinflamatórios: IMUNIDADE REFORÇADA







Não é de hoje que o homem utiliza os alimentos para fins terapêuticos. A ideia de trocar os medicamentos das farmácias e drogarias pelos alimentos contidos na feira e nas gôndolas do supermercado ganha destaque à cada nova descoberta da ciência da Nutrição. Entretanto, apesar de existirem grupos de alimentos com potencial específico para prevenir e combater um leque de doenças e disfunções, existem também alimentos que devem ser utilizados com cautela, visto que anulam ou até mesmo agravam o processo.

Como exemplo podemos citar o processo inflamatório. O consumo frequente de determinados alimentos pode resultar tanto na ativação quanto na inibição da ação inflamatória. Por isso, agregar alimentos antiinflamatórios à dieta e, em contrapartida, reduzir o consumo de alimentos pró-inflamatórios podem trazer grandes benefícios, melhorando ou até inibindo inflamações no organismo.

Você sabia que as pessoas que consomem a chamada “dieta ocidental” obtêm de 20 até 50 vezes mais alimentos que estimulam a inflamação (pró-inflamatórios) do que aqueles responsáveis por combatê-la (antiinflamatórios)? Pois é! Isso gera uma produção em larga escala de substâncias inflamatórias no nosso organismo, que acaba com nossas defesas e favorece o aparecimento de diversas doenças como câncer, diabetes, doenças do coração, Alzheimer, alergias, artrite e obesidade.

Os alimentos antiinflamatórios agem fortalecendo nossas defesas e equilibrando nosso organismo, ou seja, aumentam nossa imunidade. Entre eles, se destacam o ômega-3 encontrado nos peixes de água fria como sardinha, atum, arenque, cavalinha e salmão e na semente de linhaça. Outros alimentos importantes que não devem faltar no plano alimentar para espantar de vez a inflamação são os legumes e as verduras principalmente alho cru, cebola, espinafre, tomate e pimentão vermelho; as oleaginosas como castanhas e amêndoas; as leguminosas como feijão, lentilha, ervilha, grão-de-bico e soja; os chás de ervas principalmente o chá-verde e o chá de alecrim; a clara do ovo; as frutas principalmente as de coloração amarelo-alaranjadas e vermelhas; o azeite de oliva extravirgem e o óleo de canola; o gengibre e as crucíferas como brócolis, couve, couve-flor, nabo, rabanete e repolho.

Por outro lado, os alimentos pró-inflamatórios devem ser evitados ou consumidos com moderação. São eles: alimentos ricos em ômega-6 como os óleos vegetais de soja, algodão, milho e girassol; cereais refinados como pão francês, massas, arroz polido, bolachas de água de sal ou de maizena, fubá e bolo simples; as carnes suínas e bovinas gordas; os embutidos como salsicha, linguiça e salame; os leites e derivados integrais como queijos amarelos, requeijão, creme de leite e manteiga; os refrigerantes, as bebidas alcoólicas e as frituras. Além disso, os chamados “produtos industrializados” são grandes vilões no desenvolvimento da inflamação devido aos diversos corantes, conservantes, aromatizantes, flavorizantes e tantas outras substâncias químicas que possuem.

Entretanto, vale lembrar que a inflamação é um processo natural e necessário ao nosso organismo, e não deve ser vista apenas como algo negativo. Ela se torna essencial, por exemplo, frente à ocorrência de um ferimento ou para proteger contra alguma infecção, servindo de defesa para nosso corpo. A situação só se agrava quando as inflamações passam a ocorrer de modo contínuo e desenfreado, gerando alterações importantes no nosso equilíbrio celular. Em outras palavras, transformando o indivíduo em uma “inflamação ambulante”.

Por isso, tenha muita atenção: nem sempre um alimento é tão inofensivo quanto parece e pode ser “a pedra no sapato” de quem o saboreia diariamente. Tenha, portanto, equilíbrio no consumo dos alimentos antiinflamatórios e pró-inflamatórios, sempre priorizando aqueles que contribuem para sua saúde e bem-estar.


Referências Bibliográficas:
Cavicchia PP, Steck SE, Hurley TG, Hussey JR, Ma Y, Ockene IS, et al. A new dietary inflammatory index predicts interval chances in serum high-sensitivity c-reative protein. J Nutr. 2009;139:2365-72.
 
 
BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - NUTRICIONISTA - CRN:11645/P

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

CHEGA DE BRIGAS COM A BALANÇA




Confira dicas e planilha para emagrecer com saúde e chegar ao peso ideal aliando uma alimentação balanceada e a prática regular de atividade física .


Que para chegar ao peso ideal você deve manter uma dieta balanceada e aliar a isso a prática regular de uma atividade física todo mundo já sabe. Mas, além disso, também é necessário avaliar suas necessidades individuais e fazer uma reeducação alimentar. Isso porque a quantidade de calorias em uma dieta é importante, mas sua distribuição adequada ao longo do dia é ainda mais. Não adianta, por exemplo, excluir determinado nutriente como o carboidrato, com o intuito de diminuir a ingestão de calorias.

Isso, além de gerar fome "fora de hora", fará com que surja uma vontade maior por certos alimentos, como os doces. O ideal é, nas principais refeições, tentar ingerir uma fonte de cada nutriente essencial. Por exemplo, no almoço: salada (vitaminas e minerais), azeite (gorduras), arroz e feijão (carboidratos), carne magra (proteínas e gorduras), fruta como sobremesa (vitaminas e minerais).


Além das verduras, legumes e frutas, que são essenciais para auxiliar no emagrecimento, a ingestão de água é outro fator relevante. Consumir em torno de oito copos de água (aproximadamente 2 litros) por dia, ajuda a manter o bom funcionamento de todo o organismo. Ao praticar uma atividade física intensa, aumente a quantidade e a frequência desta ingestão. Atenção com os sucos naturais, que hidratam, mas podem ter muitas calorias, principalmente quando adoçados.

Fuja!


Nada deve ser banido de sua vida durante a busca pelo peso ideal, mas certos alimentos e hábitos devem ser evitados. Produtos gordurosos, doces e guloseimas, refrigerantes e bebidas alcoólicas, devem estar raramente na alimentação. Escolha um dia na semana para quebrar a rotina, como uma sobremesa diferente - mais calórica, por exemplo. Os abusos em excesso são o que fazem as pessoas desistirem de uma boa dieta. Quando ingerir bebidas alcoólicas, consuma com moderação e evite os petiscos e acompanhamentos.


Além disso, não pule nem altere os horários das refeições. Ficar longos períodos sem comer aumenta a vontade de exagerar no prato seguinte. O ideal é se alimentar de três em três horas, sem “beliscar” entre as refeições. Outra dica é em relação ao o que comer na hora de praticar exercícios. Uma alimentação adequada antes e depois dos treinos melhora o desempenho no esporte.


Corra!



A pratica regular de atividade física é, junto com a alimentação, o ponto principal para emagrecer com saúde. A perda de peso deve ocorrer principalmente pela redução das calorias alimentares excessivas, aliada a um gasto maior de energia. Em resumo, gastar mais calorias do que ingere. A corrida, ou qualquer outro esporte irá ajudar a queimar calorias e ainda proporcionará a sensação de bem-estar.


BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - CRN: 11645/P

terça-feira, 9 de agosto de 2011

NOVIDADE EM PRIMEIRA MÃO NO BLOG..FIQUEM INFORMADOS ! O PODER DO CONSUMO DE COGUMELOS







SAIU O PRIMEIRO ARTIGO PARA 2012!! Trabalho desenvolvido na Malásia, será publicado na revista somente em 2012, analisando a atividade potencial de cogumelos comestíveis em reduzir a pressão. Muito legal saber que várias variedades de cogumelos tem propriedade em inibir a atividade da Enzima de Conversão de Angiotensina (ACE ou ECA), que aumenta a produção de angiotensina 2 e aldosterona, cujo resultado é aumenta da pressão arterial. Os compostos presentes nos cogumelos que mais determinam esta propriedade são os ácido pipecólico, ácido ganodérico, o manitol, além do alto conteúdo de vitamina C, E e becaroteno, bem como os compostos fenólicos, como o flavonóide quercetina, que ajudam a aumentar a capacidade antioxidante dos cogumelos e proteger os vasos da disfunção endotelial, reduzindo a pressão.

É menos captopril, menos enalapril, menos gasto, menos tosse seca, menos erupções cutâneas, menos alergia, e mais saúde!!

 Fonte: Evid Based Complement Alternat Med. 2012;2012:464238. Evaluation of Selected Culinary-Medicinal Mushrooms for Antioxidant and ACE Inhibitory Activities.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

FATORES IMPORTANTES E ALIMENTAÇÃO INFLUENCIAM NO APETITE SEXUAL











Há inúmeros alimentos popularmente conhecidos por estimular o desejo sexual. Alimentos afrodisíacos como são chamados. Eles podem aumentar o desejo e o desempenho sexual e pode tratar disfunções sexuais. Também sabe-se que inúmeros fatores podem levar a queda no desejo sexual e aqui alguns serão comentados.


A estimulação dos receptores de Testosterona, hormônio responsável pelo desejo sexual nos homens, é uma das atuações dos alimentos. Fala-se muito também que o estrogênio quando está em alta quantidade, pode inibir a ação da testosterona porque competem pelo mesmo sítio de receptores. O estrogênio pode estar aumentado nos homens pela deficiência hepática da eliminação do mesmo e na obesidade. Este declínio dos níveis de Testosterona nos homens além de levar a diminuição da libido e desejo sexual, leva a depressão, mal estar, fadiga, distúrbios do sono, perda de massa muscular e força muscular, aumento da gordura abdominal, aumento do cortisol, o hormônio do estresse.


Outro fato importante é a adequada ingestão de zinco e suas concentrações. Há grande eliminação deste mineral em fases de estresse emocional ou físico e quando há eliminação do esperma. Os receptores celulares requerem zinco para ter sua função adequada. Assim, se não houver concentrações adequadas, o hormônio não conseguirá realizar a sua função, tanto hormônio feminino quanto o masculino.

Alguns fatores também diminuem o apetite sexual como o uso de antidepressivos que aumentam a recaptação da serotonina e este hormônio diminui a libido, uso de anticoncepcionais por terem maiores concentrações de estrogênio e competem com outros hormônios no receptor, incluindo os hormônios sexuais.


Alguns alimentos que podem melhorar:



Amêndoas: também rica em zinco estimula a produção de testosterona e esperma;


Aspargos: é rico em ácido fólico, vitamina importante para produção de esperma no homem;

Açafrão: A especiaria vermelho-alaranjada foi relacionada ao aumento dos batimentos cardíacos e do suor, sinais de excitação sexual.


Alho: Usado contra a obstrução dos vasos, pode ajudar a melhorar o fluxo do sangue e a prolongar a ereção. Devido ao aumento da circulação, há a possibilidade de aumentar a lubrificação da mulher.


Banana: Rica em magnésio, a fruta é importante por promover a vasodilatação e aumentar o desempenho sexual, além de auxiliar na produção de serotonina, que provoca a sensação de felicidade.


Chocolate: contém aminas biogênicas que são drogas do amor (tiramina e feniletamina), aumenta o desejo sexual e o prazer em mulheres e aumenta a utilização de serotonina no cérebro, hormônio do prazer e humor;


Café: Por ser rico em cafeína, possui interessante ação estimulante. Pessoas hipertensas devem consumi-lo moderadamente, com a orientação de um nutricionista.


Especiarias: O cravo, a noz moscada, o ginseng, a canela e a mostarda, por exemplo, podem provocar o aumento da secreção de lubrificante vaginal e da produção de testosterona no homem. .

Frutos do mar: são conhecidos por ter propriedades afrodisíacas por conterem muito zinco, além de eles contribuírem para a liberação de hormônios sexuais;


Guaraná: Conta com substâncias estimulantes, em particular a cafeína, assim como grande quantidade de taninos. Pela presença de xantinas, atua sobre a circulação (vasodilatação) e também no sistema nervoso central, levando a uma liberação espontânea prolongada de calor, tanto no homem quanto na mulher.


Gengibre: Devido à sua ação estimulante do sangue, a raiz pode ajudar a prolongar a função erétil e a estimular a lubrificação feminina.


Mel: aumenta a produção de histamina durante o sexo que leva ao prazer;


Melancia: é rica em substancias vasodilatadoras como a arginina e cirtrulina, o suco melhora a vasodilatação do pênis e melhora concentração de esperma;


Maçã peruana: Conhecida também como Ginseng dos Andes ou Viagra dos Incas, pode melhorar o fluxo sanguíneo na zona pélvica de homens e mulheres. Há indícios de possuir a capacidade de promover a mobilidade dos espermatozóides e do volume seminal, auxiliando no tratamento de infertilidade.


Ovo: é rico em vitaminas B6 e B5 que atuam na produção hormonal e parecem melhorar a libido;


Oleaginosas: A arginina e a vitamina B3 presente nessas frutas (como castanhas, nozes, amêndoas e avelãs) promovem a vasodilatação, o que aumentaria a libido.


Pimenta caiena e pimenta malagueta: estimulam a circulação e a vasodilatação, ajudando na vasodilatação do pênis e relaxamento da vagina;


Romã: contribui para a vasodilatação do pênis por aumentar a produção de oxido nítrico (vasodilatador) e aumenta o desejo sexual em mulheres;


Semente de abóbora: atua melhorando a ejaculação precoce;

Tomate: diminui o estresse oxidativo e melhora a fertilidade em homens;


BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - NUTRICIONISTA -CRN: 11645/P

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A IMPORTÂNCIA DO ZINCO





O Zinco é um mineral importante, sendo essencial para que inúmeras reações químicas ocorram no nosso organismo. Ele está presente em mais de 300 enzimas, intervém no funcionamento de certos hormônios, é indispensável à síntese de proteínas, à reprodução e ao funcionamento normal do sistema imune.

Zinco e Sistema Imunológico
O zinco é necessário para a diferenciação das células do sistema imunológico, diferencia os linfócitos que percebem o invasor em células que o atacam e eliminam.
A deficiência de zinco está associada a uma maior susceptibilidade às infecções virais, uma vez que o zinco interfere na síntese das imunoglobulinas e na manutenção da função imune.


Zinco, libido, reprodução, desenvolvimento e crescimento


O zinco desempenha importante papel na reprodução, pois é necessário para ovulação, produção e maturação do esperma e fertilização. A deficiência de zinco pode levar a diminuição do desejo sexual em mulheres e impotência nos homens.
É fundamental para o adequado crescimento e desenvolvimento de crianças, sua deficiência pode acarretar diminuição da atividade motora, do desenvolvimento cognitivo e da massa óssea.


Zinco, paladar e digestão


A deficiência de zinco acarreta redução da percepção do gosto (hipogeusia), com isso ocorre redução do apetite e a ingestão alimentar será prejudicada. O zinco apresenta ainda importante ação no processo digestório, pois auxilia na produção de ácido clorídrico, além de formar várias enzimas envolvidas na digestão dos alimentos.


Zinco e distúrbios de atenção


O zinco participa da formação de uma enzima cujo desequilíbrio pode ocasionar distúrbios de atenção. Podem ser observados sintomas como: diminuição de memória, concentração e convulsões. Em casos mais graves de deficiência podem ocorrer distúrbios de comportamento.


Zinco e osteoporose


O zinco promove aumento da atividade da vitamina D e é essencial para a formação óssea. A deficiência de zinco durante o crescimento pode prejudicar o acúmulo de massa óssea, também aumenta o risco de desenvolvimento de osteoporose, pois pode levar a queda significativa da massa óssea.


Zinco e diabetes


O zinco é um componente da insulina, atua como regulador da atividade da mesma. O zinco estimula a insulina a se ligar em receptores das membranas celulares, o que promove a entrada da glicose na célula.


Zinco, pele e unhas


Nutriente necessário para a cicatrização e produção de colágeno, proteína que dá sustentação a pele, está relacionado a manutenção de uma pele saudável. Sua deficiência pode ocasionar lesões na pele, má cicatrização, acne, manchas brancas nas unhas, entre outros problemas. Além disso, apresenta ação antioxidante, por isso está relacionado à prevenção do envelhecimento precoce da pele.


Produtos fontes de zinco:
Grão de bico e leguminosas (ervilha, lentilha, feijões), semente de abóbora, cereais integrais, oleaginosas como a castanha do Brasil, de caju e amêndoas, gergelim e o tahine que é a pasta de gergelim prensado.



Fonte: Mundo Verde


BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - NUTRICIONISTA - CRN: 11645/P

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Prestar atenção no valor calórico dos alimentos ajuda a perder PESO.





Valor calórico dos alimentos


Salgados

- Misto-quente = 340 calorias
- Meio pão na chapa com manteiga = 230 calorias
- Pão de queijo = 220 calorias
- Empadinha de palmito = 200 calorias
- Pipoca de panela (1 xícara) = 70 calorias
- Salgadinhos (1 xícara) = 100 calorias
- Macarrão instantâneo (1 pacote) = 400 calorias
- Bife grelhado (100 g) = 170 calorias
- Filé de frango grelhado (100 g) = 100 calorias
- Filé de peixe grelhado (100 g) = 100 calorias
- Filé de peixe à milanesa (100 g) = 265 calorias



Doces

- Bolo de chocolate (pedaço médio, sem recheio nem cobertura) = 350 calorias
- Pudim de leite (1 fatia média) = 240 calorias
- Bombom (20 g) = 110 calorias
- Brigadeiro pequeno = 60 calorias
- Leite condensado (1 colher de sopa) = 50 calorias
- Biscoito recheado (unidade) = 40 calorias
- Bolacha água e sal (unidade) = 20 calorias
- Meio mamão papaia = 50 calorias
- Açaí com granola (1 tigela de 200 g com granola) = 250 calorias



Líquidos



- Suco de laranja sem açúcar (200 ml) = 120 calorias
- Café com leite e açúcar (1 xícara) = 120 calorias
- Água de coco (200 ml) = 40 calorias
- Suco de uva (1 caixinha) = 110 calorias
- Leite integral (1 copo de 200 ml) = 115 calorias
- Leite desnatado (1 copo de 200 ml) = 60 calorias
- Cuia de chimarrão (200 ml) = 20 calorias
- Refrigerante (1 copo) = 80 calorias
- Chopp (300 ml) = 120 calorias
- Vinho tinto (1 taça de 120 ml) = 100 calorias achocolatado (200 ml) = 200 calorias


Fonte: G1

BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - NUTRICIONISTA - CRN: 11645/P

terça-feira, 2 de agosto de 2011

A importância da alimentação na qualidade do leite materno










A Organização Mundial de Saúde (OMS) preconiza o aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida do bebê. É um alimento completo do ponto de vista nutricional. Sua composição fornece todos os nutrientes necessários para o desenvolvimento e crescimento da criança.


O leite materno apresenta em sua composição imunoglobulinas - substâncias que formam o sistema imunológico do bebê. Aumenta as defesas, prevenindo o aparecimento de doenças como otites, infecções respiratórias, intestinais e urinárias, além de diminuir o risco de diarréias. Pesquisas mostram que a mortalidade infantil é menor em crianças amamentadas ao seio e, ainda, que o aleitamento materno exclusivo previne contra alergias.


O leite materno é de mais fácil digestão, por isso, o bebê sente fome mais rápido. Vale ressaltar que supre todas as necessidades nutricionais do bebê, não havendo necessidade da inclusão de nenhum outro alimento ou bebida (inclusive água) no período do aleitamento materno exclusivo.


Desde a concepção até a amamentação, a alimentação da mãe exerce grande influência na qualidade do leite materno. É importante lembrar que o bebê receberá uma parte de tudo que será consumido pela mãe.


Alguns alimentos devem fazer parte do cardápio das mamães devido aos nutrientes que contém. Veja o que não pode faltar:

- Linhaça e óleo de peixe: fontes de ômega 3, nutriente essencial para o desenvolvimento cerebral e visual. O consumo de fontes de ômega 3 pelas mães contribui para o desenvolvimento cognitivo do bebê, QI mais alto, melhor linguagem e habilidades de comunicação e diminuição das taxas de alergias e asma.

- Frutas vermelhas e roxas (açaí, morango, cereja, amora, mirtilo, cranberry): possuem alto teor de antioxidantes que têm sido relacionados com saúde vascular, da visão e cerebral.

- Probióticos: bactérias benéficas que habitam o intestino, levando ao equilíbrio da microbiota intestinal (flora intestinal). Sabe-se que um intestino saudável, melhora a absorção de nutrientes e ajuda na liberação de toxinas, levando a benefícios para a saúde da mãe e melhorando a qualidade do leite.

- A ingestão de líquidos na forma de água, sucos naturais, água de coco é fundamental para garantir a produção do leite.

- Abacate: fonte de gorduras monoinsaturadas, que são benéficas ao organismo, melhorando a qualidade do leite. Fonte também de luteína, nutrientes importante para a saúde ocular.

- Oleaginosas (nozes, castanhas, avelãs, amêndoas, pistache): excelentes fontes de gorduras insaturadas, vitaminas e minerais, antioxidantes e proteínas.

O consumo de cereais integrais, leguminosas, frutas, verduras e legumes orgânicos é fundamental para a saúde da mãe e para a qualidade do leite materno, garantindo a saúde do bebê.



DICA DA NUTRICIONISTA: fique atenta aos sinais dados pelo bebê. Se observar que ele apresenta cólicas, retire do cardápio, por 2 semanas, alimentos que desconfie que possa estar causando algum mal estar na criança.

O aleitamento materno aumenta o vínculo emocional entre mãe e filho. Beneficia a mãe diminuindo o risco de câncer de mama e ovário, além de contribuir para recuperar o peso adequado.


 
Fonte: Mundo Verde


 
BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - NUTRICIONISTA -CRN: 11645/P

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

PESQUISADORA DO PARANÁ CRIA PÃO ESPECIAL PARA DIABÉTICOS






A NUTRICIONISTA Carla Manfrinato, de Maringá, Norte do Paraná, pesquisou durante dois anos até chegar a uma receita de pão francês especial para os diabéticos. Além dos ingredientes tradicionais - farinha, fermento, água e sal, o pão contém uma fibra que não deixa que a taxa de açúcar no sangue aumente.

"Essa fibra, por ser solúvel, dificulta a absorção do açúcar pelo intestino delgado e isso faz com que haja a redução do açúcar na corrente sanguínea", explica a NUTRICIONISTA.

Em um teste de glicemia, que mede a taxa de açúcar no sangue, com o aposentado e diabético Osvaldo foi possível comprovar o efeito do pão. No primeiro teste, a taxa de glicemia foi de 157, quando o normal é de até 130. Duas horas depois de Osvaldo ingerir um pedaço do pãozinho de fibra, o teste é refeito e o novo índice é de 95.

"Não é remédio, é algo natural, que pode ser substituído pelo pão integral, se a pessoa não gostar do gosto da fibra", diz Carla.


O pão já tem licença da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para ser comercializado no Paraná.


(*) Fonte: G1 - Site do CRN-9


BARBARA MAGALHÃES DE CARVALHO - NUTRICIONISTA - CRN:11645/P